O tão revolucionário iPad

Eu fui irônico. Eu acho que é o primeiro produto da Apple que eu não vejo uma utilidade visível para meu uso.

Acho que a melhor definição que eu vi sobre o iPad é “iPhone de Itu”. E é mesmo: praticamente idêntico ao iPhone, a diferença é que o iPad é gigante e foi destinado a navegação na internet e ler eBooks.

A opinião dada pelos Macfags e pelo Steve Jobs é que o iPad seria revolucionário. Eu esperava MUITO mais, pensava em um tablet com um OS melhorado, com presença mínima de conexões, um bom teclado físico. Mas ele foi lançado com um propósito de ser um navegador de interne te leitor de eBooks, algo completamente inesperado para o seu form-factor. Imagina tamanha falta de conforto em ficar com o tablet no colo pra digitar um texto?

A ausência da tela de e-ink condena a bateria: se fosse de tal tecnologia, uma carga duraria MUITO mais. Fora que para ler livros ela é bem melhor, já que não cansa a vista. E, como um slate NÃO TEM CONEXÃO USB? O Steve anunciou que terá um acessório, mas o mesmo só acessará dispositivo com Mass Storage (em outras palavras, modo pendrive). Fora que ele usa um tipo de simcard completamente desconhecido, o chamado miniSIM. Eu nunca tinha ouvido falar de tal padrão antes do dia 27/01, no anúncio do iPad.

Enfim, não gostei. Usar o sistema operacional do iPhone limitou bastante o aparelho. Do jeito que anda, era bem melhor que a Apple anunciasse outro produto, até mesmo uma linha nova de MacBooks.


Tags:,

Leave a Reply

© 2011 Lucas Braga. Todos os direitos reservados.
Tema por Theme Junkie.
Sluhost